Emissoras auxiliam em polarização política

Pedro Lima
Por Pedro Lima

Em um momento crítico da política, onde é visto digladiação de militantes da esquerda e direita, nas redes sociais e locais públicos, as emissoras decidiram nadar contra a maré.

Até o momento, a Globo e a Record tem influenciado a opinião do público, nesse período conturbado das eleições presidenciáveis e para governador.

Geraldo Alckmin foi entrevistado no Jornal Nacional (Foto:Reprodução/Globo)

A emissora carioca, foi mansa, numa entrevista que teve com Geraldo Alckmin, do  PSDB, no primeiro turno.

Essa entrevista aconteceu no Jornal Nacional.

O telejornal ancorado por William Bonner e Renata Vasconcelos, apostou em perguntas vagas ao ex-candidato da presidência da República, deixando claro o seu apoio à ele.

No início deste ano, o SBT recebeu de braços abertos, o presidente Michel Temer. O apresentador Carlos Massa (Ratinho) e o dono da emissora, Silvio Santos, pareciam amigos bem íntimos do político.

Nada como uma troca de favores, e para dissertar a situação, foi veiculado propagandas em defesa e explicando a Reforma da Previdência, o que acabou dividindo opiniões do público.

Jair Bolsonaro deu entrevista exclusiva ao Jornal da Record (Foto:Reprodução/Record)

Recentemente, a RecordTV fez uma entrevista exclusiva com o candidato do PSL, Jair Messias Bolsonaro. O candidato à presidência da República tem o total apoio do dono da emissora, o bispo Edir Macedo e de alguns contratados da casa. Esse apoio foi visto como negativo, pelos fãs e telespectadores do canal.

Duas emissoras se safam dessa safra enraizada da polarização política: a Band e RedeTV!.

Embora seja escuso e duvidoso, esse apoio velado aos partidos e seus políticos, as emissoras acabam sendo o porta voz dos mesmos, causando um imbróglio com o seu telespectador fiel.

 As opiniões contidas nesta coluna são de responsabilidade do autor e não corresponde, obrigatoriamente, a linha editorial do N1 Entretenimento.

 

 

 

 

 

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